terça-feira, 11 de março de 2014

Verme! Ordinária! Maldita!

Pronto, agora já cuspi umas palavras posso voltar a dormir!

Gente mal comida me cansa...

sábado, 8 de março de 2014

Mulher-Trapo

Eu só posso sentir pena... da pessoa que me apunhalou. É uma desesperada, uma miserável mal amada, mal comida e mal chupada. Tenho que ter raiva por quê? Olho pra mim e olho pra ela, é inegável o que vou dizer, no lugar dela também seria uma infeliz, por isso consigo entender.

É típica mulher de malandro, uma caricatura feminina, um arremedo de mulher. Do tipo que fala mal até da sombra por não ter o nada melhor a fazer. Fala da amiga, irmã de batalha, na sua boca é somente maldizer. Que não confia, que não esquece, mas por ser tão medíocre, da amizade vive atrás a correr.

É do tipo que implora por convite e que se você abre a porta, passa logo o corpo todo pra não ter como dizer... não, eu não quero você. Se esgueira sorrateira, catando fofocas pra fazer. Fulana, essa é você!

Trabalha por uma miséria, do contrário não tem o que comer. Se veste como uma velha, sem estética, sem prazer. É maluca, todos sabem, e vive a sofrer. Pobre mulher trapo, eu tenho pena de você.

Por carência se humilha, por um piroca até briga. Sai com todos que quiserem, não escolhe, é escolhida, como a carne que não consome. Na prateleira da vida, é a carne de terceira, a escolha dos ébrios no fim da noite, é a punheta com sobrenome. Eu vou ter raiva de você?!

A piada pronta, a piada da vida, o aborto mal sucedido de tetas caídas. Sim, essa é você.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Regras de LaVey

Gosto muito de LaVey!

As Onze Regras Satânicas da Terra

(Retiradas da Bíblia Satânica)
  1. Não dê opiniões ou conselhos a menos que alguém os peça.
  2. Não conte seus problemas aos outros a menos que você esteja certo de que eles estão dispostos a ouvi-los.
  3. Quando no lar de alguém, demonstre respeito, caso contrário não vá lá.
  4. Se um convidado em seu lar lhe irrita, trate-o com crueldade e sem piedade.
  5. Não avance sexualmente a menos que lhe seja dado um sinal positivo.
  6. Não pegue algo que não lhe pertença, a menos que seja um fardo para a outra pessoa e ela peça para ser livrada dele.
  7. Esteja ciente do poder da mágica se você a empregou com sucesso para obter seus desejos. Se você negar o poder da mágica após tê-la utilizado, perderá tudo o que obteve.
  8. Não reclame de nenhuma coisa para a qual não precise se sujeitar.
  9. Não faça mal a crianças pequenas.
  10. Não mate animais não-humanos a menos que seja atacado, ou para comer.
  11. Ao andar em território aberto, não perturbe ninguém. Se alguém lhe perturbar, peça para parar. Se ele não parar, destrua-o.15

Mensagem Subliminar





sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Roda do Ano

Quantas surpresas a vida te traz,
Um ano da roda, um ano se faz.
Do tempo passado do meu desespero
Um ano de vida, de paz e sossego.

Um ano distante, um ano atrás
Um ano pra frente, onde é que estás?
Um ano se foi, um ano que veio
Um ano de desonra e devaneio.

Cirandas, marchinhas ou um violão
Do carrossel, ou do círculo pagão
A virada de tudo, da roda que gira
Desfaço a mandinga dessa traíra.

Poesia Certeira

Ah... poesia certeira,
que lança o feitiço contra a feiticeira.
Devolvendo em simples rimas
palavras assassinas...
De ego, de auto-estima.

Porque você achou que era possível
Roubar de mim impunemente?
Que da minha dor não nasceria uma semente?
Regada com o ódio e amor?

Ah... feiticeira anciã,
Tire um pedaço da sua maçã
Com a qual tentas me envenenar.

Porque você achou quer era possível
Roubar de mim impunemente?
Porque és uma velha carente?
Ou porque no fundo não és contente, pois tua cria é demente.

Ah... feiticeira anciã
Assim te disfarçaste, mulher-serpente.
Iludindo e ludibriando, se achando muito eloquente.

Ah... poesia certeira,
que lança o feitiço contra a feiticeira.
Dilacerando tua auto-confiança,
E abrindo a temporada de matança.


Desfaçatez

Eu queria te dizer que sim, você me enganou.
Pois eu confiei em você.
Contra todas as previsões, contra todas as intuições,
Contra todos os mal dizeres,
Eu confiei em você.

Te trouxe pra casa e te alimentei,
Forrei a tua cama, te acarinhei
Sequei tuas lágrimas e contigo também chorei.
Briguei com o mundo,
Porque eu confiei.

Mesmo com provas, mesmo com fatos.
Eu confiei no teu amor ingrato.
Até acreditei que pudesses me trair,
Mas, duvidei que pudesses me ferir.
Que chegarias tão baixo.

Eu subestimei a cobra que alimentei...


Criatura

O que te fez a vida, criatura?
Para seres tão baixa e carente
Que te humilhas indecente
Que por um pau, tu até mentes!

Onde trancas a consciência
Nos seus atos de indecência
Pois mordes a mão que te alimenta...
Xô, desprezível criatura!

Onde vaga tua alma,
De mulher sem moral alguma.
Traíra em doce figura,
Que carrega o gene da loucura.

É nesse útero doente,
Desse sangue maldito,
A morte que te ronda
Num quarto de hospício.

E o que é teu está guardado
E não é a bala do suicídio...
Pagarás caro a afronta,
Viverás como em um presídio.


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

POESIA (MINHA) DO SÉCULO PASSADO

Espera
Porque você não me ama de verdade?
Onde foi q eu errei?
Me diz em palavras sinceras,
Me diz... Me diz...
Porque você me deixa sozinha?
E não cuida de mim?
Onde eu me encontro agora?
Porque essa dor não tem fim?
Sonhei com você essa noite.
Num sonho lindo e cruel.
Vi tudo q eu não tenho.
Senti o amargo do fel.
Vago em solidão apaixonada
Em desejos e desesperos.
Espero por você toda noite.
Mas sei q você não vai voltar.
A luz do meu quarto está acesa.
E a porta ficou aberta.
Meu corpo deitado na cama.
Minha alma sofrendo calada.
Porque você não me ama de verdade?
Onde foi q eu errei?
Esperei tanto por isso.
Esperei... esperei...
15/06/04

ROUBADO DE OUTRO BLOG


"Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço, mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria."

Charles Chaplin



“Minhas desequilibradas
palavras são o luxo de
meu silêncio.
Escrevo por acrobáticas
e aéreas piruetas -
escrevo por profundamente
querer falar.
Embora escrever só esteja
me dando a grande medida
do silêncio.“

Clarice Lispector