terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
O HOMEM DA CARROCINHA - Crédito se dá a quem merece!!!
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Debate sobre drogas no GLOBO: Regulamentação é a palavra-chave
Não tem muito tempo, o advogado novaiorquino Ethan Nadelmann, fundador da Drug Policy Alliance, entidade que defende mudanças na política antidrogas americana, era considerado um radical em seu país. Sua posição pela legalização da maconha, redução de danos a dependentes químicos e descriminalização do uso de todas as drogas, com vistas à diminuição do encarceramento em massa que faz dos EUA responsável por 25% de toda a população carcerária do mundo, fazia dele um ET em qualquer debate público do qual participasse. Mas hoje, ele garante, os tempos são outros. Mesmo sem ter feito ainda nada de concreto sobre o tema, o novo governo democrata de Barack Obama promete começar a mudar o cenário de violência, gastos públicos e intolerância que domina a posição americana sobre o assunto dentro e fora do país, e que nos últimos anos arrastou quase o mundo inteiro numa cruzada cara e pouco eficiente em busca da utopia impossível de um mundo livre das drogas. Pelo menos essa é a esperança de Ethan, que nessa quinta-feira participou de um debate sobre legalização de drogas no auditório do Globo, na companhia da psicanalista Maria Thereza Aquino, diretora do Núcleo de Estudos em Atenção ao Uso de Drogas (Nepad/UERJ), do jornalista Arnaldo Bloch e de cerca de 100 privilegiados espectadores. O evento fez parte do projeto Encontros no Globo, no qual há cerca de 20 anos público e especialistas se reúnem para discutir temas relevantes para a sociedade.
Apesar de o tema proposto ser legalização, a palavra-chave do debate foi outra. “Regulamentação é a minha bandeira”, disse Ethan, logo na abertura de sua participação, usando o termo que repetiria várias vezes ao longo de quase duas horas de evento. “Não estou aqui para dizer que maconha é maravilhosa, porque não é. Também não estou aqui para dizer que o usuário de maconha está livre dos riscos da dependência, porque não está. Estou aqui para dizer que o ponto de vista do proibicionismo, além de hipócrita e ineficiente, é hoje, cada vez mais, um tremendo desrespeito aos direitos humanos”, disse o americano. “Regulamentar o uso de maconha, respeitando-se seu potencial de malefícios à saude bem como o seu potencial de benefícios é a única saída para aumentar a segurança do uso dessa substância e reduzir a criminalidade a ela relacionada”, completou.
Para Ethan, a regulamentação da produção e da venda dificultaria, por exemplo, o uso de maconha por crianças (“hoje é mais fácil para uma criança comprar maconha do que bebida nos EUA”, lembrou). Também permitiria um maior controle da composição da droga, hoje entregue unicamente aos interesses dos traficantes, e geraria impostos suficientes para que políticas amplas de redução de danos e prevenção fossem implementadas. “Exatamente como foi feito quando se terminou com a Lei Seca, nos anos 30”, defendeu, lembrando o que hoje todo mundo já sabe: a Lei Seca americana, que vigorou entre 1920 e 1933, só fez aumentar o consumo de bebidas fortes e de baixa qualidade, produzidas sem controle por grupos de criminosos, prática que envenenou e tornou seriamente dependentes milhares de americanos. Após a abolição da lei, ao contrário dos temores mais puritanos, o consumo de álcool nos EUA manteve-se em bases controláveis nos últimos 70 anos, com a vantagem de ter se transformado num eficiente gerador de receitas provenientes de impostos.
Para a debatedora Maria Thereza Aquino, contudo, a tese da regulamentação ainda soa como uma proposta assustadora, pelo menos no caso do Brasil. Segundo ela, a sociedade brasileira não está preparada ainda para um passo como esse. “Temo que muitas pessoas aqui confundam a legalização com uma permissão para usar livremente, o que pode ser muito perigoso”, diz a psicanalista, que no caso da maconha pontua ainda uma outra preocupação: “Sei, por experiência própria com meus pacientes, que a maconha hoje não é mais uma droga leve. É usada cada vez mais em versões altamente concentradas, com poder psicoativo e efeitos colaterais muito mais poderosos do que havia nos anos 70”, disse.
Apesar disso, Maria Thereza concorda com a tese da descriminalização do usuário. “Uso de droga tem que ser assunto do Ministério da Saúde. Portar droga não deveria ser crime nem ter qualquer tipo de pena. Isso ajuda a “desestigmatizar” o usuário, e pode contribuir muito no tratamento dos dependentes. Eis um ponto sobre o qual eu acho que a lei brasileira ainda pode evoluir”, disse ela, fazendo referência à confusa lei brasileira, que despenaliza mas continua considerando o porte de drogas para uso pessoal um crime previsto no código penal, o que abre margem para muitas interpretações equivocadas (ou mesmo mal intencionadas) pelos nossos agentes da lei).
***
Veja abaixo algumas das principais observações de Ethan e Maria Thereza durante o debate:
Ethan:
“Não creio que possa haver uma mudança radical para uma nova política de drogas legalizadas. Este será certamente um processo passo a passo, que precisará de um diálogo muito evoluído em direção a um novo entendimento político e social sobre o assunto, livre das amarras do preconceito e do moralismo, com a luz da ciência e da tolerância”
Maria Thereza:
“Nossa experiência mostrou que a politica de troca de seringas fez com que os dependentes com quem trabalhávamos usassem cada vez menos a cocaína injetável. Isso é uma evidência de como ações de redução de danos são importantes”
Ethan:
“É preciso dizer que maconha não é, em absoluto, tão forte e perigosa quanto o álcool. A grande maioria das pessoas que a usa não fica viciada, não perde o controle, não tem graves problemas de saúde nem fica viciado em drogas mais fortes”
Maria Thereza:
“Não consigo olhar com leveza a possibilidade de legalização das drogas. Tudo bem que ninguém morre de maconha, mas a maconha ‘mata’ muitos destinos. Um adolescente que passa duas, três horas por dia sob o efeito da maconha certamente não terá o mesmo destino de um que tem as mesmas oportunidades mas que não fuma maconha”Ethan:
“O que ‘mata’ o destino das pessoas é a prisão por porte de maconha. Carimba o indivíduo com uma ficha criminal que certamente o estigmatizará e o desestimulará a ousar na vida. Barack Obama já admitiu que fumou maconha e usou cocaína na juventude. Imagine se ele, um negro, tivesse sido preso por isso? Será que teria tido coragem para se candidatar a um cargo público depois? Provavelmente não. E hoje não teríamos nosso primeiro negro na presidência”Maria Thereza:
“A legalização das drogas me parece um beco sem saída. A venda de drogas com taxação de impostos abrirá espaço para que o mercado negro ofereça o produto mais barato, perpetuando o tráfico. Da mesma forma, a legalização facilitará o acesso à droga a quem está tentando abandonar a adicção”Ethan:
“Todos os esforços para se erradicar as plantações de plantas como a coca, a maconha e a papoula nos últimos 50 anos foram inúteis. Simplesmente fizeram as plantações mudarem de lugar. O caso da América do Sul, por exemplo: a repressão na Bolívia nos anos 80 levou a coca para a Colômbia. É um erro grosseiro de estratégia, que só a hipocrisia não permite ver”
terça-feira, 21 de julho de 2009
Procuradora-geral: proibir Marcha da Maconha viola liberdades

De acordo com a procuradora-geral, a interpretação do Artigo 33, parágrafo 2o., da Lei 11.343 (a Lei de Drogas), que tipifica a indução ao uso, e do Artigo 287 do Código Penal, que tipifica a apologia ao crime, está gerando indevidas restrições aos direitos fundamentais à liberdade de expressão e de reunião. Ela explica que, nos últimos tempos, diversas decisões judiciais têm proibido atos públicos em favor da legalização das drogas, empregando o equivocado argumento de que a defesa dessa ideia constituiria apologia de crime.
A manifestação da procuradora é uma estrondosa vitória da liberdade de expressão e, por tabela, do movimento pela legalização no Brasil. Talvez tenha sido a mais expressiva desde o início das manifestações, recorrentemente vetadas em instâncias inferiores. Como os habeas corpus impetrados pela organização da Marcha da Maconha não eram (também recorrentemente) julgados, o evento chegou a ser adiado quatro vezes em alguns lugares e deixou de acontecer muitas vezes. Segundo os organizadores da Marcha, Tribunais de Justiça sequer negavam os habeas corpus para, assim, impedir que tribunais superiores tomassem conhecimento e participassem do debate. A procuradora-geral deu a senha para o fim deste estranho hábito de parte do Judiciário.
Além disso, complementa a procuradora-geral, a interpretação “pode conduzir – e tem conduzido – à censura de manifestações públicas em defesa da legalização das drogas, não só violando os direitos das pessoas e grupos censurados, como também asfixiando o debate público em tema tão relevante. Os danos aos direitos fundamentais dos envolvidos e à democracia serão também irreparáveis ao final do processo, pela sua própria natureza”.
Agora é com o STF, onde, sabe-se, as chances de aprimoramento da comprensão do que esta discussão significa são enormes.
quinta-feira, 5 de março de 2009
O HOMEM DA CARROCINHA - Crédito se dá a quem merece!!!
Acredita-se que a cadela Julie, 15 anos, tenha ido parar na rua após se perder do dono. Quando foi encontrada, no entanto, via-se que passara maus bocados. Com exceção da cabeça, quase não havia resquícios do pêlo curto e castanho pelo corpo por causa de uma alergia. A pequena e dócil cadela, que já não possuía o olho direito de nascença, não tinha a aparência das mais encantadoras ao chegar ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de São Paulo. Tanto que era carregada, pelo homem que a encontrara, dentro de um saco plástico e mantendo distância de um metro. "Acho que é sarna", ele disse. Não era, sabia o funcionário que os atendera, Marcos Roberto Barreiros, 40. Sabia também que não poderia admitir a cadela no CCZ por ela ser saudável. Marcos ligou para a esposa: "Hoje vou levar uma pequena surpresa pra casa". Mal sabia Julie que tinha acabado de ser adotada pelo homem da carrocinha.
O homem da carrocinha é aquele que, no imaginário popular, laça os animais de rua para levá-los ao terrível destino do sacrifício e da fábrica de sabão. Na realidade, não se faz sabão com cachorros. Só são sacrificados os animais em muito sofrimento, que tenham atacado pessoas ou que não conseguiram nem ser resgatados pelo dono, nem adotados. O papel da carrocinha, digo, do CCZ, é muitas vezes tirar do perigo, cuidar, alimentar e encaminhar os animais para um lar. Marcos leva a função - cujo nome oficial é agente de zoonoses -, que exerce há seis anos, mais a sério. Enquanto a maioria dos funcionários do Centro de Zoonoses não resistiu em levar pelo menos um bicho para casa, ele adotou nove cachorros nos últimos cinco anos. Os animais de estimação vivem com Marcos, a esposa e suas três filhas em uma casa em Pirituba e chegam a consumir mais de um terço do seu salário em ração. Para compensar, o homem da carrocinha faz bicos como pedreiro e pintor no final de semana.
Julie adaptou-se tão bem à nova casa que até conquistou lugar cativo na dobra da perna de Marcos na hora de dormir. Só se indispõe de vez em quando na disputa pelo colo do dono com Princesa, a vira-lata com um quê de poodle que Marcos adotou seis meses antes. Princesa chegou ao CCZ junto com outros 34 cães apreendidos em um canil ilegal, a maioria deles das raças Llasa Apso, Poodle e Yorkshire. Ela, no entanto, tinha tamanho de uma raça, pêlo de outra, mas era SRD - sem raça definida. Além de tudo só conseguia andar em círculos, conseqüência da jaula muito pequena em que vivia. Ou seja, ficou pra trás e conquistou o homem da carrocinha.
O "critério" de adoção do agente de zoonoses - que já fez com que cerca de 200 outros animais fossem adotados no CCZ - não tem nada a ver com beleza, mas sim com a perspectiva do cão. Bolinha, que foi adotada por ele há três anos, não deixa mentir. A cadela baixinha e atarracada, de pêlo castanho e preto e prognata, foi encontrada por colegas de CCZ com 15 dias de vida e com fome. Como nenhuma das fêmeas do canil que adotá-la - e bicho que não consegue se alimentar acaba sendo sacrificado -, Marcos a acolheu e deu comida por conta-gotas. Lindinha, que foi encontrada na pista do aeroporto e está com a família há 3 anos e meio, é outro exemplo. Ela recebeu esse nome por bondade da filha menor, Carol. Até Marcos admite que a desengonçada cadela de pêlo raro, branco e cacheado era muito feia quando levou para casa.
Saúde também não é um dos pré-requisitos para Marcos. Dois de seus xodós morreram recentemente, embora ele se orgulhe-se de ter cuidado bem deles: os pinschers Tico, que tinha cinomose - "uma doença que ataca o sistema nervoso central" - , e Bob, que sofria de epilepsia. Até mesmo o rottweiler Toby, o primeiro dessa turma, nem sequer parecia ser dessa raça quando foi encontrado apático em uma praça. Com cerca de nove meses de idade, pesava no máximo 10 quilos. Tinha anemia, infecção na bexiga e nos rins e displasia e demorou um mês para se levantar. Para cuidar de todas essas doenças, o agente de zoonoses pede conselhos aos veterinários do CCZ. Toby hoje pesa mais de 60 quilos.
Pra quem se emocionou com esse exemplo de ser humano e quer adotar também, seguem uns links relacionados.
http://www.adotaretudodebom.com.br/index.php/home
http://www.adotaretudodebom.com.br/index.php/abrace/adote
Rio de Janeiro
http://www.suipa.org.br/br/index800.asp
http://www.sozed.kit.net/
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
DENÚNCIA - SANTA CATARINA - ROUBO DE DOAÇÕES!!!
SC: aproveitadores desviam donativos para vítimas das enchentes
Nossa equipe de reportagem flagrou uma mulher saindo do pavilhão com um carrinho de supermercado cheio de doações. Voluntários e militares também aparecem nas imagens escolhendo roupas.
O Jornal Nacional foi até um dos depósitos de Santa Catarina que recebem doações de todo o país. Lá, nossa equipe de reportagem flagrou as seguintes imagens: uma mulher sai do pavilhão com um carrinho de supermercado cheio de doações e leva para o carro. Um homem traz mais sacolas, juntos eles seguem para uma casa e descarregam tudo. Conversamos com o homem que aparece nas imagens, ele nega:
“Eu não peguei senhor, eu não peguei senhor”, afirma.
Mas logo admite:
“Alguma coisa eu ganhei, umas fraldas para a minha mãe, ela quebrou a perna, né?”, explica.
O que sai de lá deveria seguir direto para a Defesa Civil das cidades atingidas pela chuva, ninguém poderia levar donativos para casa. Mas o funcionário público responsável pelo pavilhão, admite que abre exceções.
“A gente cede para uma ou outra pessoa que trabalhou, que fez um trabalho voluntário, a gente cede neste sentido”, justifica o coordenador do pavilhão Agostinho Schaupper.
O governo do estado diz que isso não poderia acontecer:
“Na realidade, houve uma falha na coordenação, os veículos que estão transportando são oficiais e não poderiam ter sido usados veículos particulares, não cadastrados para essa distribuição”, avisa.
Em um outro depósito registramos imagens de mulheres que entraram como voluntárias - para trabalhar na separação das roupas doadas para os desabrigados. Mas a verdadeira intenção era outra:
Voluntária: Tem coisa boa. Vou levar este aqui para o meu guri.
Homem: Ah, vai levar..
Voluntária: Deixa eu ver se está descolando. Se estiver descolando eu nem levo. Ah, está descolando atrás né?
Uma voluntária que ouve a conversa repreende as mulheres.
Voluntária 1 : Isso tem que dar pra quem..
Homem: ...Precisa né?
Voluntária 1: ... Não tem dinheiro para comprar. A gente ainda tem, Graças a Deus, tem saúde...
Homem: É ...
Voluntária 1: Pra trabalhar e comprar.
Até militares do Exército que trabalham descarregando caminhões escolhem donativos:
Militar 1: O que tu vai fazer com esse sutiã aí, véio?
Militar 2: Vou levar para minha mãe (risos). Eu peguei para minha namorada.
Eles separam roupas e sapatos para levar para casa e chegam a brincar
entre si:
Militar: Oh, tu tá mexendo no meu tênis aí!
Um pega uma bota e ainda pergunta:
Militar: Isso não é de ninguém não, cara ?
Os militares saem do pavilhão com as mochilas cheias de doações.
O Jornal Nacional mostrou as imagens para o comando em Florianópolis. O Exército diz que o caso é grave, não há como negar o furto e já abriu uma sindicância para investigar os responsáveis. Os soldados flagrados pela nossa reportagem foram afastados do trabalho na Central de Triagem de Blumenau e começaram a ser ouvidos nesta segunda-feira.
“O Exército não vai aturar esse tipo de coisa, mas é preciso lembrar a população que isso é um fato isolado. Nós atuamos em Santa Catarina dando apoio à população com cerca de cinco mil integrantes. E, apesar disso, nós vamos continuar com a nossa missão humanitária em apoio aos atingidos”, afirma o general Manoel Pafiadache, comandante da Brigada de Infantaria.
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar essas pessoas. A condenação por furto vale até quatro anos de prisão.
Fonte: Site G1
ALERTA SANTA CATARINA
Após chuva, SC registra 81 casos de leptospirose
No total, foram 593 casos suspeitos, sendo que 254 estão em análise.
Quem apresentar sintomas deve procurar unidade de saúde.
Os municípios atingidos pelas chuvas em Santa Catarina registraram 81 casos de leptospirose desde 22 de novembro, segundo boletim divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde. No total, já foram 593 casos suspeitos, sendo que 254 ainda estão em análise.
Os casos foram anotados em Blumenau (14), Joinville (12), Itajaí (9), Camboriú (5), Florianópolis (5), Gaspar (5), Itapema (4), Balneário Camboriú (3), Palhoça (3), Itapoá (2),Tijucas (2), Navegantes (2), São Francisco do Sul (2) e Santo Amaro da Imperatriz (2). Em Brusque, Timbó, São João Batista, Biguaçu, Jaraguá do Sul, Ilhota, Guabiruba, Luiz Alves, Canelinha, Guaramirim e Schroeder, foi registrada uma contaminação em cada município.
A doença
A leptospirose é das doenças geralmente transmitidas em enchentes. O governo estadual afirma que o caso suspeito é confirmado depois do resultado do exame de laboratório.
Os sintomas mais comuns são febre alta, dor de cabeça e dores musculares. Os casos mais graves podem ter icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas), insuficiência renal, hemorragias e alterações neurológicas que podem levar à morte.
Quem apresentar os sintomas deve procurar a unidade de saúde mais próxima, de acordo com a orientação da Vigilância Sanitária.
