Quantas surpresas a vida te traz,
Um ano da roda, um ano se faz.
Do tempo passado do meu desespero
Um ano de vida, de paz e sossego.
Um ano distante, um ano atrás
Um ano pra frente, onde é que estás?
Um ano se foi, um ano que veio
Um ano de desonra e devaneio.
Cirandas, marchinhas ou um violão
Do carrossel, ou do círculo pagão
A virada de tudo, da roda que gira
Desfaço a mandinga dessa traíra.
Mostrando postagens com marcador Poesias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesias. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Poesia Certeira
Ah... poesia certeira,
que lança o feitiço contra a feiticeira.
Devolvendo em simples rimas
palavras assassinas...
De ego, de auto-estima.
Porque você achou que era possível
Roubar de mim impunemente?
Que da minha dor não nasceria uma semente?
Regada com o ódio e amor?
Ah... feiticeira anciã,
Tire um pedaço da sua maçã
Com a qual tentas me envenenar.
Porque você achou quer era possível
Roubar de mim impunemente?
Porque és uma velha carente?
Ou porque no fundo não és contente, pois tua cria é demente.
Ah... feiticeira anciã
Assim te disfarçaste, mulher-serpente.
Iludindo e ludibriando, se achando muito eloquente.
Ah... poesia certeira,
que lança o feitiço contra a feiticeira.
Dilacerando tua auto-confiança,
E abrindo a temporada de matança.
que lança o feitiço contra a feiticeira.
Devolvendo em simples rimas
palavras assassinas...
De ego, de auto-estima.
Porque você achou que era possível
Roubar de mim impunemente?
Que da minha dor não nasceria uma semente?
Regada com o ódio e amor?
Ah... feiticeira anciã,
Tire um pedaço da sua maçã
Com a qual tentas me envenenar.
Porque você achou quer era possível
Roubar de mim impunemente?
Porque és uma velha carente?
Ou porque no fundo não és contente, pois tua cria é demente.
Ah... feiticeira anciã
Assim te disfarçaste, mulher-serpente.
Iludindo e ludibriando, se achando muito eloquente.
Ah... poesia certeira,
que lança o feitiço contra a feiticeira.
Dilacerando tua auto-confiança,
E abrindo a temporada de matança.
Desfaçatez
Eu queria te dizer que sim, você me enganou.
Pois eu confiei em você.
Contra todas as previsões, contra todas as intuições,
Contra todos os mal dizeres,
Eu confiei em você.
Te trouxe pra casa e te alimentei,
Forrei a tua cama, te acarinhei
Sequei tuas lágrimas e contigo também chorei.
Briguei com o mundo,
Porque eu confiei.
Mesmo com provas, mesmo com fatos.
Eu confiei no teu amor ingrato.
Até acreditei que pudesses me trair,
Mas, duvidei que pudesses me ferir.
Que chegarias tão baixo.
Eu subestimei a cobra que alimentei...
Pois eu confiei em você.
Contra todas as previsões, contra todas as intuições,
Contra todos os mal dizeres,
Eu confiei em você.
Te trouxe pra casa e te alimentei,
Forrei a tua cama, te acarinhei
Sequei tuas lágrimas e contigo também chorei.
Briguei com o mundo,
Porque eu confiei.
Mesmo com provas, mesmo com fatos.
Eu confiei no teu amor ingrato.
Até acreditei que pudesses me trair,
Mas, duvidei que pudesses me ferir.
Que chegarias tão baixo.
Eu subestimei a cobra que alimentei...
Assinar:
Postagens (Atom)